FAROL.
Quinta-feira, 2 de abril de 2026 Verificado
Viés auditável Brasil Fontes abertas Incertezas declaradas
Hoje: 5 histórias verificadas, 68 fatos analisados, 38 fontes citadas, 10 divergências encontradas.

Cada resumo é construído a partir de múltiplas fontes independentes. Cada fato é classificado como confirmado, provável, não verificado ou contestado. Clique em ver verificação para ver fontes, divergências e lacunas.

História 01

Trump diz que o Irã está quase derrotado. O Irã disparou mísseis contra Israel e o Golfo horas depois

Na quinta semana de guerra, as declarações de Trump e as ações iranianas apresentam versões contraditórias do estado do conflito.

Fontes
BBCDWReutersAP NewsFrance 24Al Jazeera
Espectro editorial das fontes
BBC
DW
Reuters
AP News
France 24
Al Jazeera
Bloomberg
CartaCapital
Esquerda Centro Direita
Resumo verificado

Trump fez um discurso nacional ameaçando levar o Irã 'de volta à Idade da Pedra' e declarou que os EUA estão perto de cumprir seus objetivos, que os líderes originais do país estão todos mortos, e que os Estados Unidos são totalmente independentes do petróleo do Oriente Médio. Após o discurso, o preço do petróleo subiu e as bolsas caíram, segundo BBC, DW e Bloomberg. O detalhe é que as ações iranianas contam uma história diferente: o Irã disparou mísseis contra Israel e contra países do Golfo, incluindo durante o feriado judaico do Seder. Emirados Árabes e Catar ativaram defesas aéreas. O Irã também rejeitou uma proposta americana de cessar-fogo de 15 pontos e apresentou uma contraproposta exigindo reparações e soberania sobre o Estreito de Ormuz. Sobre a afirmação de Trump de que 'todos os líderes originais estão mortos': Khamenei foi confirmado morto nos ataques iniciais de 28 de fevereiro, mas a Reuters aponta que a sucessão segue sem resolução e o governo iraniano continua operando. A DW questiona a precisão da declaração. Na prática, os ataques americanos e israelenses atingiram infraestrutura elétrica iraniana, com cortes de energia em Teerã confirmados pela BBC. O presidente iraniano classificou os ataques como crimes de guerra, posição que, segundo reportagem da BBC, o ex-promotor do TPI Luis Moreno Ocampo sustenta em parte, em informação não confirmada por outras fontes: usinas de energia não constituiriam alvos militares legítimos. Segundo a Bloomberg, a analista Adelle Nazarian (Innovexus Consulting) avalia que uma invasão terrestre americana é cada vez mais provável. Trata-se de uma única fonte, sem confirmação independente. O Paquistão anunciou que continuará tentando mediar o conflito.

10 Confirmado 3+ fontes
8 Provável 2 fontes
3 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • Trump afirmou que a ameaça iraniana está quase eliminada; o Irã disparou mísseis contra Israel e o Golfo horas depois e rejeitou a proposta de cessar-fogo americana.
  • Trump declarou independência total dos EUA do petróleo do Oriente Médio; o preço do petróleo subiu globalmente após o discurso, e a DW questiona a precisão da afirmação.
  • Trump disse que 'todos os líderes originais' do Irã estão mortos; a Reuters confirma a morte de Khamenei, mas aponta que a sucessão segue sem resolução e o governo iraniano continua operando.
  • Os EUA e Israel descrevem os ataques à infraestrutura iraniana como operações militares legítimas; o Irã os classifica como crimes de guerra, posição parcialmente respaldada por Moreno Ocampo segundo a BBC.
O que não conseguimos verificar
  • Quem sucedeu Khamenei como líder supremo do Irã — a Reuters aponta que a sucessão segue sem resolução.
  • Quais são exatamente os objetivos americanos no Irã e quão próximos estão de ser cumpridos — a BBC notou que Trump não deu detalhes.
  • Qual é a extensão real dos danos à infraestrutura elétrica iraniana — a BBC confirmou cortes em Teerã, mas o escopo total é desconhecido.
  • Qual é o número real de vítimas civis e militares — o Irã afirma mais de 2.000 mortos, mas esse número não foi verificado de forma independente.
  • Quais são os termos completos da contraproposta iraniana ao cessar-fogo americano.
  • Qual é a posição da China e da Rússia sobre o conflito.
Como verificamos

Os fatos confirmados têm cobertura de múltiplas fontes independentes. A declaração de Trump sobre 'todos os líderes mortos' é provável mas contestada pela própria DW. A opinião jurídica de Moreno Ocampo vem de uma única reportagem da BBC e não foi confirmada por outras fontes. A avaliação sobre invasão terrestre vem de uma única analista citada pela Bloomberg.

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História 02

Trump descarta acordo com o Irã e mercados globais recuam em 24 horas

Discurso de Trump reverteu otimismo dos mercados e reacendeu incertezas sobre a economia global em meio a conflito que já dura um mês.

Fontes
Folha de S.PauloAgência Brasil (EBC)France 24ReutersNew York TimesBBC
Espectro editorial das fontes
Folha de S.Paulo
Agência Brasil (…
France 24
Reuters
New York Times
BBC
Al Jazeera
The Guardian
Esquerda Centro Direita
Resumo verificado

Na quarta-feira, 1º de abril, os mercados respiraram fundo: o dólar caiu aos níveis pré-guerra e a bolsa brasileira subiu levemente, com sinais de que EUA e Irã podiam avançar em direção a um acordo. Menos de 24 horas depois, Trump desfez tudo isso num discurso. Ele afirmou que a guerra continuará até que todos os objetivos americanos sejam cumpridos. Na quinta-feira, o petróleo subiu quase 7%, o dólar voltou a se valorizar e as bolsas globais recuaram. O conflito, que já dura cerca de um mês, forçou o desvio de rotas comerciais marítimas importantes. A Maersk pausou travessias pelo Canal de Suez e pelo estreito de Bab el-Mandeb. Navios estão contornando o Cabo da Boa Esperança, o que encarece fretes e alonga prazos. Os aeroportos de Dubai, Doha e Abu Dhabi, que juntos concentravam enorme fatia do tráfego aéreo global, seguem com operações severamente prejudicadas. No Reino Unido, a consultoria Cornwall Insight projeta alta expressiva nas contas de energia para o terceiro trimestre de 2026. Segundo o economista-chefe da Moody's, Mark Zandi, os preços mais altos de combustível funcionam como um imposto regressivo, pesando mais sobre famílias de menor renda. Tudo indica que os preços de GNL subiram quase 60% desde o início do conflito, segundo analistas da Kpler ouvidos pela Al Jazeera. Só que o impacto pode ir além da energia: segundo reportagem do The Guardian, em informação ainda não confirmada por organismos internacionais, há preocupação crescente com uma crise alimentar global, dado que fertilizantes e combustíveis dependem das mesmas rotas marítimas hoje bloqueadas. Não conseguimos cruzar essa informação com outras fontes independentes.

7 Confirmado 3+ fontes
4 Provável 2 fontes
0 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • Na manhã de 1º de abril, sinais de possível acordo entre EUA e Irã animaram os mercados, com dólar em queda e bolsas em alta. Na noite do mesmo dia, Trump descartou qualquer acordo em discurso público, revertendo completamente o movimento dos mercados no dia seguinte.
O que não conseguimos verificar
  • Quais canais diplomáticos geraram os sinais de acordo no dia 1º de abril e qual era o conteúdo das negociações
  • Por quanto tempo os aeroportos de Doha e Abu Dhabi permanecerão fechados
  • Qual é o custo econômico total do conflito para o comércio global até agora
  • Como China, União Europeia e Rússia estão respondendo diplomaticamente ao conflito
  • Qual será a magnitude exata do reajuste no teto de preços de energia do Ofgem no Reino Unido
  • Qual o impacto humanitário do conflito no Irã e no Oriente Médio
Como verificamos

Os fatos sobre movimentações de mercado e o discurso de Trump são confirmados por múltiplas fontes independentes. As projeções de preços de energia e o risco de crise alimentar vêm de fontes únicas ou de analistas individuais e foram sinalizados como prováveis. A afirmação sobre crise alimentar global é de fonte única (The Guardian) e não encontrou confirmação independente nas fontes que consultamos.

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História 03

Flávio Bolsonaro empata com Lula nas pesquisas e estreia no palco internacional conservador

O senador fluminense se consolida como pré-candidato do campo bolsonarista para 2026, enquanto as pesquisas mostram uma disputa mais apertada do que muitos esperavam.

Fontes
Folha de S.PauloReutersPoder360AtlasIntelCNN BrasilANI News
Espectro editorial das fontes
Folha de S.Paulo
Reuters
Poder360
AtlasIntel
CNN Brasil
ANI News
Esquerda Centro Direita
Resumo verificado

Flávio Bolsonaro está tecnicamente empatado com Lula num segundo turno simulado, segundo pesquisa da Reuters de 30 de março. O DataFolha aponta a mesma tendência: o senador vem reduzindo a diferença. Vale notar que as duas pesquisas não dizem exatamente a mesma coisa: o DataFolha sugere que Lula ainda lidera, enquanto a Reuters descreve um empate técnico. Não conseguimos acessar os números completos do DataFolha para bater os dois levantamentos com precisão. No campo regional, o AtlasIntel publicou em 1º de abril que Flávio chegaria a 53,4% das intenções de voto em Santa Catarina, o suficiente para vencer no primeiro turno naquele estado. É um número expressivo, mas reflete uma base já consolidada, não o cenário nacional. Na frente internacional, Flávio discursou no CPAC em Dallas, defendendo uma aproximação entre Brasil e Estados Unidos. A colunista Maria Hermínia Tavares, da Folha de S.Paulo, interpretou a aparição como oportunismo ideológico, mas é importante lembrar que se trata de uma coluna de opinião, não de reportagem. O que ainda falta saber: o PT estaria preparando uma ofensiva digital chamada 'Flávio por Flávio', segundo a coluna Painel da Folha. Só uma fonte reportou isso até agora. Da mesma forma, o ex-governador João Doria teria convidado Flávio para um debate em Nova York em maio, mas também não encontramos confirmação independente dessa movimentação.

6 Confirmado 3+ fontes
2 Provável 2 fontes
2 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • O DataFolha, conforme reportado pelo MSN, sugere que Lula ainda lidera mas com margem reduzida; a Reuters descreve um empate técnico no mesmo período. As duas leituras não são idênticas e não conseguimos cruzar os números completos para determinar qual retrato é mais preciso.
O que não conseguimos verificar
  • Os números exatos do DataFolha que mostram Flávio reduzindo a diferença para Lula
  • Se o PT confirmará oficialmente a campanha digital 'Flávio por Flávio' e quais acusações serão centrais
  • Se Lula de fato será candidato à reeleição em 2026 ou se outro nome representará a coalizão governista
  • A posição de Flávio Bolsonaro no primeiro turno nacional, com todos os candidatos em campo
  • O papel de Jair Bolsonaro na campanha do filho, dado seu processo de inelegibilidade
  • Quem são os outros pré-candidatos relevantes para 2026 além de Flávio e Lula
  • O conteúdo detalhado do discurso de Flávio no CPAC além da defesa de aproximação com os EUA
  • Se o convite de Doria para o debate em Nova York foi aceito e se outros pré-candidatos foram convidados
Como verificamos

Dois fatos desta história vieram de uma única fonte, a coluna Painel da Folha de S.Paulo, sem corroboração independente: a campanha digital do PT e o convite de Doria. Sinalizamos isso diretamente no texto. Os números do DataFolha não puderam ser verificados em detalhe porque o artigo do MSN que os reportava não estava completamente acessível.

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História 04

Operação 18 Minutos: PF desmonta esquema de venda de sentenças no TJ-MA e afasta desembargadores

Investigação aponta rede criminosa que teria desviado cerca de R$ 50 milhões por meio de decisões judiciais fraudulentas no Maranhão.

Fontes
G1Poder360EstadãoMigalhasPortal JotaIsto É Dinheiro
Espectro editorial das fontes
G1
Poder360
Estadão
Migalhas
Portal Jota
Isto É Dinheiro
Painel Político
Blog do Valente
Esquerda Centro Direita
Resumo verificado

O nome já diz tudo: em um dos episódios investigados, bastaram 18 minutos entre a ordem judicial para liberar recursos e o saque do dinheiro pelos suspeitos. A Polícia Federal deflagrou a Operação 18 Minutos contra o Tribunal de Justiça do Maranhão, afastando desembargadores e cinco assessores do tribunal, proibidos de acessar o prédio e de se comunicar entre si. O esquema investigado envolve corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro, com desvios estimados em R$ 50 milhões. Três desembargadores são confirmados como alvos: Antônio Pacheco Guerreiro Júnior, Luiz Gonzaga Almeida Filho e Nelma Celeste Souza Silva Sarney Costa. Tudo indica que Nelma Celeste é cunhada do ex-presidente José Sarney, embora isso venha de uma única fonte. O STJ ordenou os afastamentos, e o ministro Mauro Campbell, como Corregedor Nacional de Justiça, recomendou a abertura de processo administrativo disciplinar. A expectativa é de que o CNJ tenha deliberado sobre o caso em sessão de novembro de 2025. O que chama atenção: as fontes divergem sobre o número exato de afastados. G1 e Migalhas citam três desembargadores; Estadão e Painel Político apontam quatro como alvos das penalidades mais severas, incluindo recomendação de 12 anos de prisão. Não conseguimos identificar quem seria o quarto nome. Segundo o Blog do Valente, fonte que não conseguimos corroborar com veículos de maior porte, os desembargadores afastados continuariam recebendo R$ 627 mil em salários. A PF teria estruturado a rede em três frentes: magistrados, advogados parceiros e um núcleo de lavagem, mas essa descrição vem de uma única fonte especializada.

8 Confirmado 3+ fontes
5 Provável 2 fontes
1 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • G1 e Migalhas identificam três desembargadores afastados na operação; Poder360 sugere que apenas um estava em exercício ativo no momento do afastamento, sendo os demais já suspensos anteriormente pelos mesmos fatos
  • G1 e Migalhas nomeiam três desembargadores como alvos; Estadão e Painel Político indicam quatro desembargadores como alvo das penalidades mais severas recomendadas pelo Corregedor Nacional
O que não conseguimos verificar
  • Quem é o quarto desembargador citado pelo Estadão e pelo Painel Político além dos três nomeados pelo G1
  • Quais decisões judiciais específicas teriam sido fraudadas no esquema
  • Qual a conexão exata com o Banco do Nordeste e os R$ 18 milhões mencionados pelo Estadão
  • Quantas pessoas ao total foram indiciadas pela PF no inquérito concluído
  • Qual o status atual do processo criminal no STJ
  • Quais escritórios de advocacia e empresas teriam participado da lavagem de dinheiro
Como verificamos

A maioria dos fatos centrais desta história é confirmada por múltiplas fontes de grande porte. A contradição sobre o número de desembargadores afastados está registrada no corpo do texto. A informação sobre salários pagos durante a suspensão vem de uma única fonte menor e não foi corroborada.

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História 05

Petrobras eleva querosene de aviação em mais de 54% e setor aéreo alerta para consequências severas

Reajuste entra em vigor em 1º de abril, impulsionado pela guerra entre EUA e Irã e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

Fontes
Folha de S.PauloO Estado de S. PauloPoder360O Globo / ExtraAgência BrasilIstoÉ Dinheiro
Espectro editorial das fontes
Folha de S.Paulo
O Estado de S. P…
Poder360
O Globo / Extra
Agência Brasil
IstoÉ Dinheiro
UOL
Esquerda Centro Direita
Resumo verificado

A Petrobras aumentou o preço do querosene de aviação em mais de 54% a partir desta quarta-feira, 1º de abril. O novo preço de referência chega a R$ 5.495,30 por metro cúbico, partindo de pouco mais de R$ 3.500. Para ter uma ideia do ritmo: em março, a estatal já havia reajustado o mesmo combustível em 9,4%. Dois aumentos expressivos em 30 dias. Por trás dos números, o motor do reajuste é a guerra entre Estados Unidos e Irã, que bloqueou o Estreito de Ormuz e pressionou as cotações internacionais de petróleo e derivados. A Refinaria de Mataripe, na Bahia, tudo indica que acompanhou o movimento com um reajuste semelhante. A Abear, associação que representa as companhias aéreas, avisou que o impacto será severo, especialmente para novas rotas. Segundo a entidade, o combustível já representa cerca de 45% dos custos operacionais das empresas, mas esse número vem da própria Abear e não foi verificado de forma independente. Para amortecer o golpe, a Petrobras propôs um parcelamento: distribuidores do setor aéreo pagam apenas 18% em abril, com o restante dividido em até seis parcelas a partir de julho. O Ministério de Minas e Energia, por sua vez, teria pedido ao Ministério da Fazenda uma redução de tributos federais sobre o querosene, mas ainda não há confirmação de que o pedido foi aceito. O ponto é: as fontes divergem levemente sobre o percentual exato do reajuste. Folha de S.Paulo e Agência Brasil arredondaram para 55%; Estadão, IstoÉ Dinheiro e UOL registraram 54,63% para o ponto de referência principal. A diferença é pequena, mas vale registrar.

7 Confirmado 3+ fontes
4 Provável 2 fontes
1 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • Folha de S.Paulo e Agência Brasil reportaram o reajuste como 55% (média arredondada); Estadão, IstoÉ Dinheiro e UOL registraram 54,63% para o ponto de referência principal.
  • Uma segunda publicação da Agência Brasil indicou 54,8%, divergindo tanto do arredondamento de 55% quanto do 54,63% do Estadão.
O que não conseguimos verificar
  • Se e quanto as companhias aéreas vão repassar o aumento para as passagens.
  • Quais rotas ou serviços podem ser cortados ou adiados em razão do reajuste.
  • Se o Ministério da Fazenda vai aceitar reduzir tributos federais sobre o querosene de aviação.
  • Por quanto tempo o conflito EUA-Irã deve continuar pressionando o fornecimento pelo Estreito de Ormuz.
  • Se outros combustíveis, como gasolina e diesel, também serão reajustados pela mesma pressão internacional.
Como verificamos

Os fatos centrais deste resumo foram confirmados por múltiplas fontes de alta credibilidade editorial. A estimativa de 45% dos custos operacionais vem exclusivamente da Abear, grupo de interesse do setor, e não foi verificada de forma independente. A informação de que o grupo Abra antecipou o reajuste antes do anúncio oficial vem de uma única fonte de credibilidade não avaliada e foi omitida do corpo do texto.

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