FAROL.
Segunda-feira, 6 de abril de 2026 Verificado
Viés auditável Brasil Fontes abertas Incertezas declaradas
Hoje: 5 histórias verificadas, 62 fatos analisados, 37 fontes citadas, 5 divergências encontradas.

Cada resumo é construído a partir de múltiplas fontes independentes. Cada fato é classificado como confirmado, provável, não verificado ou contestado. Clique em “ver verificação” para ver fontes, divergências e lacunas.

História 01

Onze governadores deixaram os cargos para disputar 2026, e o campo presidencial já tem ao menos onze nomes

Com o prazo de desincompatibilização encerrado em 4 de abril, o ciclo eleitoral de 2026 ganhou forma concreta.

Espectro editorial das fontes
Agência Brasil
Poder360
Folha de S.Paulo
BBC Brasil
Metrópoles
Jota
UOL (coluna Mari…
Esquerda Centro Direita
Agência BrasilPoder360Folha de S.PauloBBC BrasilMetrópolesJotaUOL (coluna Mariana Sanches)
Resumo verificado

O prazo para que governadores, prefeitos e ministros pedissem demissão para concorrer em outubro de 2026 terminou no sábado, 4 de abril. Tudo indica que onze governadores saíram dos cargos para entrar na corrida. Outros oito, incluindo Ratinho Junior e Eduardo Leite, ambos do PSD, decidiram cumprir os mandatos até o fim. O campo presidencial já conta com ao menos onze nomes, segundo Jota e Poder360. Flávio Bolsonaro está confirmado como pré-candidato e agenda reuniões com igrejas evangélicas em São Paulo. O bolsonarismo, porém, vive divisões internas com Flávio no centro da disputa. Na CPAC, nos Estados Unidos, ele se apresentou como candidato de um 'Bolsonaro 2.0' e pediu pressão diplomática internacional sobre as eleições brasileiras. Ronaldo Caiado também está confirmado como pré-candidato, mas há uma contradição nas fontes sobre sua filiação partidária: o Poder360 o registrou ora como União Brasil, ora como PSD. A Folha de S.Paulo aponta PSD. Não conseguimos resolver essa divergência. Do lado do governo, o pacote social de Lula para 2026 soma ao menos R$ 403 bilhões, incluindo isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. Samuel Pessôa, economista entrevistado pela BBC Brasil, avaliou que a medida é eleitoreira, voltada a conquistar eleitores que não apoiariam Lula de outra forma. A expectativa, segundo as mesmas fontes, é que a polarização intensa limite o efeito eleitoral dessas iniciativas. O detalhe é que o próprio pacote deve pressionar inflação e juros, o que complica o cálculo eleitoral do governo. Só o Poder360 reportou que Lula concentrou mais da metade de suas viagens em 2026 no Sudeste, com Salvador se destacando no Nordeste com quatro visitas. Essas informações ainda aguardam confirmação independente.

4 Confirmado 3+ fontes
9 Provável 2 fontes
2 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • Ronaldo Caiado aparece filiado ao União Brasil em entrevista ao Poder360, mas como filiado ao PSD em artigos do mesmo veículo de fevereiro e março de 2026 e na Folha de S.Paulo. Não conseguimos resolver essa divergência.
O que não conseguimos verificar
  • Quais são os onze governadores que se desincompatibilizaram e quais cargos pretendem disputar?
  • Quando exatamente Ronaldo Caiado migrou de partido e quais foram as circunstâncias políticas?
  • Quais são todos os onze pré-candidatos à presidência identificados pelo Jota?
  • Jair Bolsonaro poderá ou não concorrer em 2026, dado o julgamento de inelegibilidade do TSE?
  • Quais denominações evangélicas estão nas reuniões agendadas por Flávio Bolsonaro em São Paulo?
  • Qual foi a resposta do governo americano ao pedido de pressão diplomática feito por Flávio na CPAC?
Como verificamos

Os fatos sobre o número de governadores desincompatibilizados vêm de fontes com viés governamental (Agência Brasil) e foram cruzados com Poder360 e Folha de S.Paulo. A contradição sobre a filiação de Caiado é real e não foi resolvida. Os dados de viagens de Lula vêm exclusivamente do Poder360 e não foram confirmados por outras redações.

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História 02

EUA resgatam piloto em território iraniano enquanto Trump ameaça bombardear usinas e pontes do Irã

No 38º dia de guerra, comandos americanos operaram dentro do Irã e um general da Guarda Revolucionária foi morto em ataques aéreos conjuntos.

Espectro editorial das fontes
France 24
Nyt > World News
Reuters
Al Jazeera
Financial Times
Firstpost
Xinhua
Al Arabiya
Esquerda Centro Direita
France 24Nyt > World NewsReutersAl JazeeraFinancial TimesFirstpostXinhuaAl Arabiya
Resumo verificado

Comandos americanos entraram em território iraniano para resgatar um piloto abatido e saíram com ele vivo. Trump anunciou a recuperação do aviador como 'são e salvo'. O que chama atenção é a contradição imediata: o Irã afirmou ter destruído várias aeronaves inimigas durante a missão, segundo a Reuters, enquanto os EUA não mencionaram nenhuma perda. Não conseguimos cruzar as versões o suficiente para saber quem está certo. No mesmo dia, 6 de abril, ataques aéreos americanos e israelenses mataram o general Seyed Majid Khademi, chefe de inteligência da Guarda Revolucionária. Quatro fontes independentes confirmam a morte. Trump deu ao Irã um ultimato com prazo na terça-feira: reabrir o Estreito de Ormuz ou ver usinas e pontes bombardeadas. Tudo indica que Teerã rejeitou o prazo e disse que responderia na mesma moeda, segundo a Al Jazeera, em informação que ainda não bateu com outras fontes. Trump teria dito nas redes que bombardearia o Irã 'de volta à Idade da Pedra', segundo o NYT e a France 24. O petróleo Brent chegou a US$ 110 o barril. Israel e Irã trocaram ataques na mesma manhã, e um prédio residencial em Haifa foi atingido por míssil iraniano, segundo Israel e imagens da Al Jazeera. A Al Jazeera reporta ainda pelo menos 34 mortos nos ataques do dia 6, incluindo seis crianças, com base em fontes iranianas, dado que aguarda verificação independente. O padrão que emerge: ambos os lados estão escalando publicamente enquanto mantêm canais de informação paralelos e contraditórios. Cada operação vira disputa de narrativa antes de virar fato verificado.

6 Confirmado 3+ fontes
9 Provável 2 fontes
2 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • O Irã afirma ter destruído várias aeronaves inimigas durante a missão de resgate americana em território iraniano (Reuters, citando governo iraniano). Os EUA dizem que o aviador foi recuperado 'são e salvo', sem mencionar nenhuma perda de aeronave (France 24, NYT, Reuters, citando autoridades americanas).
O que não conseguimos verificar
  • O Estreito de Ormuz está totalmente fechado ou apenas parcialmente bloqueado?
  • Quantas aeronaves americanas, se alguma, foram perdidas durante a missão de resgate?
  • Qual foi o total de baixas civis em ambos os lados desde o início do conflito, com verificação independente?
  • Qual evento específico desencadeou o início da guerra, há cerca de seis semanas?
  • Qual é a resposta formal da comunidade internacional, incluindo ONU e União Europeia, às ameaças contra infraestrutura civil?
  • Qual universidade iraniana foi atingida e qual foi a extensão dos danos?
Como verificamos

Os fatos centrais desta edição, incluindo a morte do general Khademi e o resgate do piloto americano, são confirmados por três ou mais fontes independentes. A rejeição iraniana do ultimato vem de uma única fonte e está sinalizada no texto. Os números de baixas civis partem de autoridades iranianas e aguardam verificação independente. A contradição sobre perdas aéreas americanas durante o resgate está explicitada no corpo do texto.

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História 03

Câmara avança em dois projetos que enfraquecem a fiscalização ambiental , e Marina Silva chama um deles de 'golpe de morte'

Na madrugada de 17 de julho, deputados aprovaram o novo marco de licenciamento ambiental e votaram urgência para limitar embargos do IBAMA.

Espectro editorial das fontes
Folha de S.Paulo
Poder360
O Estado de S. P…
Reuters
Câmara dos Deput…
IstoÉ Dinheiro
Folha PE
Esquerda Centro Direita
Folha de S.PauloPoder360O Estado de S. Paulo (Estadão)ReutersCâmara dos Deputados (camara.leg.br)IstoÉ DinheiroFolha PE
Resumo verificado

Na madrugada de 17 de julho, a Câmara aprovou o novo marco de licenciamento ambiental, o PL 2.159/2021, por 267 votos a 116. O texto já havia passado pelo Senado e agora vai à sanção presidencial. A ministra Marina Silva não poupou palavras: chamou a aprovação de 'golpe de morte' e o Ministério do Meio Ambiente afirmou que a lei 'afronta' as proteções ambientais. A maioria parlamentar, por sua vez, defende que o texto moderniza e desburocratiza o processo de licenciamento. São leituras radicalmente opostas sobre o mesmo placar de votação. Separadamente, a Câmara também aprovou urgência para o PL 2564/2025, de autoria do deputado Lucio Mosquini. O projeto altera a Lei de Crimes Ambientais para proibir que o IBAMA aplique embargos com base apenas em detecção remota, como imagens de satélite, exigindo verificação presencial antes de paralisar qualquer atividade. A urgência abre caminho para votação no plenário, mas o mérito ainda não foi votado. Vale notar que os dois projetos são iniciativas legislativas distintas: um cria um novo marco de licenciamento, o outro restringe a ferramenta de embargo do IBAMA. Juntos, porém, representam um movimento coordenado de revisão da autoridade regulatória ambiental. A Folha de S.Paulo indica que a votação da urgência veio após um número recorde de ações do IBAMA contra desmatamento, mas os números específicos não foram confirmados de forma independente, já que as duas fontes que citam esse dado pertencem ao mesmo grupo editorial.

8 Confirmado 3+ fontes
1 Provável 2 fontes
0 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • A maioria parlamentar (267 votos) defende que o novo marco de licenciamento ambiental moderniza e desburocratiza o setor. A ministra Marina Silva chamou a mesma aprovação de 'golpe de morte' e o Ministério do Meio Ambiente afirmou que a lei afronta as proteções ambientais.
O que não conseguimos verificar
  • Lula vai sancionar ou vetar o novo marco de licenciamento ambiental (PL 2.159/2021)?
  • Quando a Câmara votará o mérito do PL 2564/2025, e não apenas a urgência?
  • Quais são os números exatos de ações do IBAMA contra desmatamento citados pela Folha de S.Paulo?
  • O alcance da restrição à detecção remota no PL 2564/2025 se aplica a todas as infrações ambientais ou apenas a categorias específicas?
  • O relator na CMADS já emitiu parecer formal sobre o PL 2564/2025?
  • Qual é a posição oficial da liderança do IBAMA sobre o PL 2564/2025?
  • Há ações judiciais em andamento no STF contra qualquer um dos dois projetos?
Como verificamos

Os fatos centrais desta história foram confirmados por múltiplas fontes independentes, incluindo o registro institucional da Câmara dos Deputados. A afirmação sobre 'número recorde' de ações do IBAMA vem exclusivamente de veículos do Grupo Folha e não foi cruzada com fontes independentes — tratamos como provável, não confirmado.

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História 04

Pela primeira vez desde 1972, astronautas vão orbitar a Lua , e a Artemis 2 decola para provar que é possível pousar lá em 2028

A missão tripulada da NASA fará um sobrevoo lunar em 6 de abril de 2026, sem pousar, mas com tudo a provar.

Espectro editorial das fontes
BBC Brasil
Poder360
France 24
WESH (Hearst TV …
1News New Zealan…
Airbus Newsroom
NASA Scientific …
Esquerda Centro Direita
BBC BrasilPoder360France 24WESH (Hearst TV / AP)1News New Zealand (AP)Airbus NewsroomNASA Scientific Visualization Studio
Resumo verificado

Pela primeira vez em mais de meio século, seres humanos vão orbitar a Lua. A Artemis 2 é uma missão tripulada da NASA que fará um sobrevoo lunar sem pousar na superfície, com data marcada para 6 de abril de 2026. A última vez que astronautas chegaram tão perto foi na Apollo 17, em dezembro de 1972. A missão vai passar 6 horas em órbita lunar. Durante esse tempo, a tripulação vai fotografar e descrever a superfície, registrando cor, brilho e textura para a NASA. Por trás dos números, o objetivo real é outro: testar os sistemas da nave Orion antes de uma tentativa de pouso na Lua, prevista para a Artemis 4 em 2028. O módulo de serviço europeu da Orion foi projetado e construído pela Airbus para a ESA. Um detalhe que vale registrar: durante cerca de 40 minutos, a nave vai passar pelo lado oculto da Lua e perder completamente o contato com a Terra. Silêncio total de rádio. Sobre o cronograma futuro, as fontes divergem um pouco: o Poder360 aponta a Artemis 4 como a missão de pouso, em 2028, refletindo uma reestruturação do programa anunciada em fevereiro de 2026. A France 24 não menciona qual missão tentará o pouso nem quando. Tudo indica que a reestruturação ocorreu, mas não cruzamos fontes suficientes para confirmar todos os detalhes. O que ainda não conseguimos apurar: os nomes dos astronautas a bordo, a data exata de lançamento e onde a cápsula vai amerissar.

10 Confirmado 3+ fontes
2 Provável 2 fontes
0 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • O Poder360 indica que a próxima missão de pouso lunar será a Artemis 4, em 2028, refletindo uma reestruturação da NASA de fevereiro de 2026. A France 24 não menciona qual missão tentará o pouso nem seu cronograma, deixando essa informação sem confirmação cruzada.
O que não conseguimos verificar
  • Os nomes dos astronautas da tripulação da Artemis 2 não aparecem nas fontes que consultamos.
  • A data exata de lançamento da missão não foi confirmada nas fontes disponíveis.
  • A distância mínima que a nave vai atingir em relação à superfície lunar durante o sobrevoo.
  • O local e a data previstos para o amerissagem ao fim da missão.
  • Quais instrumentos científicos específicos estão a bordo da Orion para as observações lunares.
  • Quais sistemas da Orion, além do módulo de serviço europeu, estão sendo testados nesta missão.
Como verificamos

Esta edição foi produzida a partir de fontes jornalísticas independentes, da NASA e do Airbus Newsroom. O Airbus tem interesse institucional direto na missão, pois construiu o módulo de serviço europeu da Orion. Dados técnicos provenientes exclusivamente do Airbus foram tratados com cautela adicional. A reestruturação do programa Artemis em fevereiro de 2026 aparece em múltiplas referências, mas os detalhes completos aguardam confirmação independente.

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História 05

Flávio Bolsonaro tem mais palanques que o pai tinha em 2022, mas a direita ainda não está unida

O senador avança na construção de alianças estaduais, enquanto divisões internas no PL e a concorrência com Caiado complicam a pré-candidatura.

Espectro editorial das fontes
Folha de S.Paulo
CartaCapital
Poder360
Veja
O Estado de S. P…
Jovem Pan
Agência Brasil (…
Agência Estado
Esquerda Centro Direita
Folha de S.PauloCartaCapitalPoder360VejaO Estado de S. PauloJovem PanAgência Brasil (EBC)Agência Estado
Resumo verificado

Flávio Bolsonaro (PL) já teria 22 palanques estaduais confirmados para 2026, mais que o dobro dos cerca de dez que seu pai, Jair Bolsonaro, tinha no mesmo ponto da corrida de 2022, segundo a própria campanha de Flávio, número ainda aguarda confirmação independente. A Veja reportou que Flávio deveria ter três vezes mais palanques que o pai, o que é consistente com essa conta. Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, declarou apoio à candidatura e, segundo Flávio, quer coordenar a campanha no estado. Só que nem tudo está resolvido. Minas Gerais e Pernambuco seguem como pontos de atenção, segundo a Folha de S.Paulo. E dentro do próprio PL, Eduardo Bolsonaro, que teve o mandato cassado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em dezembro de 2025, entrou em novo conflito com o deputado Nikolas Ferreira, acusando-o de apoio insuficiente ao clã. Flávio reagiu pedindo unidade e pacificação. Na disputa pelo eleitorado de direita, Ronaldo Caiado (PSD) também está no páreo. Segundo a cobertura do Estadão e do Poder360, tanto Flávio quanto Caiado têm centrado seus discursos na pauta da anistia, sem que uma agenda programática mais ampla tenha sido detalhada até agora nas reportagens consultadas. O padrão que emerge: Flávio constrói estrutura, mas enfrenta dois flancos simultâneos, o racha interno e a concorrência externa, antes mesmo de a campanha começar de fato.

5 Confirmado 3+ fontes
3 Provável 2 fontes
1 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Onde as fontes divergem
  • A Agência Estado, em versão publicada pelo UOL sobre o conflito Eduardo-Nikolas, refere-se a 'ex-deputado Carlos Bolsonaro', aparente confusão com Eduardo Bolsonaro, personagem central da história. A Folha e o Estadão tratam Eduardo corretamente como ex-deputado cassado.
O que não conseguimos verificar
  • Quais outros estados, além de Minas Gerais e Pernambuco, preocupam a campanha de Flávio Bolsonaro.
  • O conteúdo preciso do conflito entre Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira, além da acusação de apoio insuficiente.
  • Quais propostas programáticas concretas Flávio Bolsonaro pretende apresentar além da anistia.
  • Se Tarcísio de Freitas vai atuar além de São Paulo ou se manterá o foco na própria reeleição.
  • Os números detalhados de pesquisas de intenção de voto para Flávio Bolsonaro.
  • Os fundamentos jurídicos específicos da cassação de Eduardo Bolsonaro em dezembro de 2025.
  • Como a inelegibilidade de Jair Bolsonaro afeta a estratégia da candidatura de Flávio.
  • A filiação partidária atual de Caiado: o Estadão indica PSD, mas ele era anteriormente do União Brasil.
Como verificamos

O número de 22 palanques vem da própria campanha de Flávio Bolsonaro e ainda não foi confirmado por fontes independentes. A comparação com os palanques de Jair Bolsonaro em 2022 também parte da mesma origem. A afirmação sobre rejeição eleitoral de Flávio foi omitida do corpo do texto por vir de uma única fonte regional sem identificação da pesquisa. A Agência Estado, em uma versão do texto sobre o conflito Eduardo-Nikolas, refere-se a 'ex-deputado Carlos Bolsonaro', aparente confusão com Eduardo, o que nos levou a tratar esse dado com cautela adicional.

Esta cobertura pareceu tendenciosa?