A direita chega oficialmente fragmentada em três candidaturas: PL homologou Flávio Bolsonaro, PSD lançou Caiado e o Novo confirmou Zema, tudo no mesmo fim de semana. No Datafolha de junho, Lula lidera com 41% a 31% no primeiro turno. A convenção do PL ainda deixou uma segunda história: uma versão sintética de Bolsonaro gerada por IA levou o PT ao TSE e testa pela primeira vez a resolução de 2024. Fora disso, o Brasil aciona a OMC contra tarifas de até 37,5%, Trump e Teerã divergem sobre o que negociam, e morre Octavio Gallotti, ex-presidente do STF, aos 95. Boa leitura.
Esta nota é redigida por inteligência artificial.
PolíticaHistória 01
PL homologa Flávio Bolsonaro; Caiado e Zema também entram na disputa
Convenções do fim de semana oficializam três candidaturas de direita, mas o vice de Flávio segue indefinido a menos de duas semanas do prazo do TSE
5 fatos confirmados em 8 fontes
O PL homologou neste sábado a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, no mesmo fim de semana em que Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) também confirmaram as suas. Tarcísio de Freitas, Valdemar Costa Neto e o presidente argentino Javier Milei subiram ao palco da convenção. O vice de Flávio, porém, ficou para depois: a Executiva Nacional foi autorizada a fechar a chapa até 5 de agosto, e Marcos Pontes aparece como um dos cogitados. No Datafolha de junho, Lula lidera com 41% contra 31% de Flávio no primeiro turno, e vence o segundo por 47% a 43%. A direita chega oficialmente fragmentada em três candidaturas.
Desdobramento
Após confirmarem candidaturas, Flávio Bolsonaro, Zema e Caiado se reuniram na abertura da 21ª Megaleite em Belo Horizonte e brindaram com copos de leite, defendendo publicamente a união da direita no segundo turno contra Lula, apesar das recentes tensões entre Zema e Flávio.
Flávio Bolsonaro teve sua candidatura à Presidência homologada em convenção nacional do PL no sábado, 25 de julho de 2026.
Confirmado
InfoMoney, G1, Folha de S.Paulo, Valor Econômico, Poder360
○
Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema também confirmaram suas candidaturas à Presidência para as eleições de 2026 em convenções realizadas no mesmo fim de semana.
As convenções partidárias devem oficializar até 5 de agosto os candidatos e as coligações para as eleições de 2026, conforme legislação eleitoral do TSE.
Lula e Flávio Bolsonaro lideram as pesquisas de intenção de voto para a Presidência; no Datafolha de junho de 2026, Lula aparece com 41% no 1º turno e Flávio com 31%; em cenário de 2º turno, Lula tem 47% contra 43% de Flávio.
Confirmado
BBC Brasil, Datafolha via G1, Poder360 (pesquisa Vox Brasil), Veja
○
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou da convenção do PL que oficializou Flávio Bolsonaro, ao lado do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, do senador Rogério Marinho (coordenador da campanha), do prefeito de SP Ricardo Nunes (MDB) e do presidente argentino Javier Milei.
O astronauta Marcos Pontes se colocou à disposição para ser candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro e é cogitado pelo PL diante da indefinição sobre o nome do vice.
O nome do vice de Flávio Bolsonaro ainda não foi oficialmente anunciado pelo PL; a convenção delegou à Executiva Nacional do partido o poder de homologar a chapa quando o nome do vice for definido, até 5 de agosto.
Em discurso na convenção do PL, Tarcísio afirmou que Flávio Bolsonaro 'não está aqui pelo sobrenome' e que 'será o maior presidente da história'.
Provável
Folha de S.Paulo, Poder360
O que não conseguimos verificar
Quem será o candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro
Se Caiado e Zema manterão candidaturas próprias ou se haverá aliança da direita antes do 1º turno
Como verificamos
A informação de que Marcos Pontes se colocou à disposição para vice vem de InfoMoney, Valor Econômico e G1, mas o PL ainda não oficializou nenhum nome. Falas atribuídas a Tarcísio na convenção aparecem em Folha e Poder360.
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EconomiaHistória 02
Brasil aciona OMC contra tarifas americanas de até 37,5%
Itamaraty pediu consultas formais sobre duas medidas do USTR baseadas na Seção 301; diplomatas admitem gesto simbólico
3 fatos confirmados em 7 fontes
O Brasil levou à OMC as tarifas americanas de 25% e 12,5% que, somadas, chegam a 37,5% sobre parte dos produtos brasileiros. O Itamaraty protocolou o pedido de consultas na segunda-feira contra duas medidas anunciadas pelo USTR em julho, com base na Seção 301. A tarifa menor, segundo a DW, faz parte de um tarifaço global aplicado pelos EUA a cerca de 60 parceiros sob a justificativa de combate ao trabalho forçado. Diplomatas ouvidos pelo G1 tratam a ação como simbólica, o que revela o limite prático da disputa: o órgão de apelação da OMC segue parcialmente paralisado desde 2019.
Precedente · 2020
Em 2020, um painel da OMC decidiu no caso DS543 (China vs. EUA) que as tarifas impostas pelos Estados Unidos com base na Seção 301 da Lei de Comércio violavam obrigações do GATT 1994, estabelecendo precedente relevante para a contestação brasileira contra medidas análogas.
O governo brasileiro apresentou na segunda-feira (27/07/2026) um pedido de consultas aos Estados Unidos no sistema de solução de controvérsias da OMC contra o tarifaço imposto pelo governo Trump.
A ação se refere a duas medidas tarifárias anunciadas pelo USTR (Representante de Comércio dos EUA) em julho, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
A soma das duas alíquotas contestadas (25% + 12,5%) chega a 37,5% sobre parte dos produtos brasileiros; segundo a DW, a tarifa de 12,5% integra um novo tarifaço global de 10% a 12,5% imposto pelos EUA a cerca de 60 parceiros comerciais, sob a justificativa de fiscalização insuficiente do trabalho forçado, sendo o Brasil atingido pela alíquota máxima.
A tarifa de 25% integra uma disputa comercial iniciada em julho de 2025, quando Trump enviou carta pública a Lula anunciando tarifa de 40% que elevou a alíquota total de diversos itens brasileiros a 50%, com posterior remoção parcial após negociações diretas com Lula em novembro.
Provável
G1 (retrospectiva), BNDES (nota técnica)
O que não conseguimos verificar
Quais produtos brasileiros específicos são atingidos por cada tarifa e o valor total do comércio afetado.
Se o Brasil pretende combinar a ação na OMC com a aplicação da Lei de Reciprocidade doméstica.
Como verificamos
A caracterização do gesto como 'simbólico' vem de fontes anônimas do próprio governo citadas pelo G1; não conseguimos confirmação independente.
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JustiçaHistória 03
Morre Octavio Gallotti, ex-presidente do STF, aos 95 anos
Ministro de 1984 a 2000 e presidente da Corte entre 1993 e 1995, ele integrava a terceira geração de uma família com tradição no Supremo
9 fatos confirmados em 11 fontes
Octavio Gallotti, que presidiu o STF entre 1993 e 1995, morreu no domingo (26) aos 95 anos, em Brasília. Ministro do Supremo por 16 anos, ele chegou à Corte em 1984, indicado por João Figueiredo, e aposentou-se em 2000. O corpo foi velado no Salão Branco do tribunal e será sepultado nesta terça (28) no Rio. A causa da morte não foi divulgada. Gallotti pertencia à terceira geração da família no STF: pai e avô também foram ministros, e sua filha Isabel integra hoje o STJ, uma continuidade rara na cúpula do Judiciário brasileiro.
Precedente · 2024
Em julho de 2024, morreu José Paulo Sepúlveda Pertence, ministro do STF entre 1989 e 2007 e presidente da Corte de 1995 a 1997, sucessor imediato de Gallotti na presidência do tribunal.
O corpo do ministro foi velado no Salão Branco do STF na segunda-feira (27), das 10h às 17h, com sepultamento marcado para terça-feira (28), no Rio de Janeiro.
Confirmado
Agência Brasil, STF (noticias.stf.jus.br), GZH (Gaúcha ZH)
○
Gallotti nasceu no Rio de Janeiro em 27 de outubro de 1930 e formou-se em Direito pela antiga Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil (atual UFRJ).
Confirmado
UOL, Conjur, CNN Brasil, TCU (datas-historicas.tcu.gov.br)
●
Antes de chegar ao STF, Gallotti foi assistente do procurador-geral da República, procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), procurador-geral e ministro do TCU (1973-1984), tendo presidido o TCU em 1974.
Confirmado
UOL, Conjur, CNN Brasil, TCU (datas-historicas.tcu.gov.br), TSE (Série Biografias)
○
O pai, Luiz Gallotti, também foi ministro e presidente do STF (1966-1968); o avô também integrou a Corte; e sua filha, Isabel Gallotti, é ministra do STJ.
Em homenagem prestada durante o velório, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, afirmou que Gallotti exerceu a magistratura com discrição, sem buscar protagonismos, destacando ainda sua atuação na consolidação da jurisprudência constitucional após a Constituição de 1988.
Confirmado
Agência Brasil, STF (noticias.stf.jus.br)
●
Gallotti foi nomeado ministro do STF em 20 de novembro de 1984 pelo então presidente da República (João Figueiredo), aposentando-se em 2000.
A causa da morte de Octavio Gallotti não foi informada oficialmente.
Não há detalhes públicos sobre o local exato do sepultamento no Rio de Janeiro.
Como verificamos
A informação de que Gallotti morreu em Brasília aparece em duas fontes (G1 e GZH) e foi classificada como provável, mas não contraditada por nenhuma outra redação.
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PolíticaHistória 04
PT aciona TSE e STF contra vídeo com IA de Bolsonaro em convenção do PL
Material sintético apoiou candidatura de Flávio à Presidência; presidente do TSE diz que IA em campanha é lícita se não enganar eleitor
4 fatos confirmados em 7 fontes
Uma versão sintética de Jair Bolsonaro, gerada por IA, apareceu no sábado na convenção do PL que oficializou Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência em 2026. O PT acionou TSE e STF, alegando propaganda antecipada, deepfake e descumprimento das regras sobre a prisão do ex-presidente. A tensão está na régua: o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, disse ao Estadão que IA em campanha é lícita se não difundir informação falsa nem prejudicar candidatos, mas a resolução do próprio tribunal veda deepfake em caráter absoluto, mesmo com rotulagem. É a primeira prova de fogo da Justiça Eleitoral com IA em 2026.
Precedente · 2024
Em fevereiro de 2024, o TSE aprovou alterações na Resolução 23.610/2019 obrigando candidatos a rotular conteúdo gerado por inteligência artificial e vetando o uso de deep fakes na propaganda eleitoral, marco regulatório que agora orienta a análise do vídeo com IA de Bolsonaro.
O TSE já puniu campanhas por deepfake ou uso indevido de IA?
Sim, o TSE já puniu uso indevido de IA em campanha, mas o acervo de casos ainda é pequeno e recente. A resolução aprovada em fevereiro de 2024 obrigou candidatos a rotular conteúdo gerado por IA e vedou deepfake em caráter absoluto, sob pena de cassação de registro ou mandato, conforme cobertura do g1 e da ConJur. O precedente mais concreto veio em maio de 2026, quando o TSE condenou um candidato por veicular vídeo com deepfake que simulava apoio da cantora Taylor Swift à sua candidatura, fixando a tese de que o deepfake eleitoral deve ser punido mesmo sem potencial de induzir o eleitor ao erro, segundo a ConJur. O tribunal também mantém debate público sobre reforço das regras para 2026, conforme registrado pela Rádio Senado em fevereiro. O histórico é curto, mas a tese fixada em 2026 remove a defesa central que uma campanha poderia invocar: a de que o conteúdo sintético seria inofensivo.
A representação do PT deve ser distribuída no TSE nos próximos dias; acompanhe o andamento no Portal do TSE e a cobertura da ConJur.
Acompanhe: Portal do TSE, ConJur, Migalhas, g1 Política, Rádio e Agência Senado
≠ Para Nunes Marques (TSE), IA em campanha é lícita se não houver falsidade ou ofensa a candidatos, o que poderia abrigar o vídeo rotulado como simulação; para o PT, o material é deepfake e propaganda antecipada, práticas vedadas em caráter absoluto pela resolução do TSE.
Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
○
Um vídeo gerado por inteligência artificial com a imagem e voz do ex-presidente Jair Bolsonaro foi exibido no sábado (25) durante a convenção nacional do PL, que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República nas eleições de 2026.
O PT acionou o STF e o TSE contra o vídeo gerado por IA de Bolsonaro, alegando descumprimento de regras sobre a prisão do ex-presidente, propaganda antecipada e uso de deep fake.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que o uso de inteligência artificial em campanhas é lícito, desde que a tecnologia não difunda informações falsas nem seja usada para prejudicar candidatos.
A resolução do TSE para as eleições de 2026 estabelece vedação absoluta ao uso de deepfake para prejudicar ou favorecer candidaturas, sem salvaguarda de rotulagem, mesmo com autorização da pessoa retratada.
Confirmado
TSE (Por Dentro das Eleições), Senado Notícias, JOTA (Opinião & Análise)
○
A declaração de Nunes Marques sobre uso de IA em campanhas foi publicada no domingo, 26 de julho de 2026, em entrevista ao Estadão.
O caso do vídeo com IA de Bolsonaro é apontado por analistas como o primeiro grande desafio do TSE envolvendo inteligência artificial nas eleições de 2026 e abre margem para punição.
Provável
CNN Brasil (análise de Teo Cury), JOTA Jornalismo
○
Resolução do TSE sobre IA em campanha (2024): TSE aprovou resolução obrigando rotulagem de conteúdo com IA e proibindo deepfake, com pena de cassação de registro ou mandato.
Provável
ConJur
○
Cassação por deepfake com Taylor Swift (2026): TSE condenou candidato por vídeo com deepfake que simulava apoio da cantora Taylor Swift, fixando que o deepfake eleitoral deve ser punido mesmo sem induzir eleitor ao erro.
Provável
ConJur
○
Regra que pode cassar candidato por uso irregular de IA (2024): TSE aprovou regra prevendo cassação de candidato por uso irregular de inteligência artificial em campanha.
Provável
g1
O que não conseguimos verificar
Se TSE ou STF já se manifestaram formalmente sobre as ações do PT.
Se a rotulagem do vídeo como 'simulação' basta para afastar a caracterização de deepfake pela resolução do TSE.
Como verificamos
A fala exata atribuída ao avatar de Bolsonaro ('isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz') aparece apenas na CNN Brasil e não conseguimos cruzar com outras redações.
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GeopolíticaHistória 05
Trump diz negociar com o Irã; Teerã nega conversas diretas
Presidente americano estende pausa nos ataques por 10 dias, mas chancelaria iraniana afirma que só há troca de mensagens via mediadores
3 fatos confirmados em 7 fontes
Washington e Teerã contam versões incompatíveis sobre o que está acontecendo entre os dois países. Trump afirma que negociações estão em curso durante uma pausa nos ataques americanos e vê 'boa chance' de acordo. O porta-voz da chancelaria iraniana, Esmaeil Baqaei, nega qualquer conversa direta e admite apenas troca de mensagens via intermediários. O ponto é que essa diferença entre 'negociação' e 'mensagens via mediadores' não é semântica: define quem controla o ritmo da desescalada e quem pode alegar recuo diante da opinião pública interna.
Precedente · 2019
Em junho de 2019, Trump cancelou um ataque aéreo iminente ao Irã dez minutos antes da execução, após tensões pelo abate de um drone americano, enviando simultaneamente mensagem via Omã pedindo diálogo, padrão semelhante de alternar ameaça militar e abertura diplomática.
≠ Trump diz que há negociações em curso e boa chance de acordo; a chancelaria iraniana, pelo porta-voz Baqaei, nega conversas diretas e admite apenas troca de mensagens via mediadores.
Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
○
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que negociações com o Irã estão ocorrendo durante uma pausa nos ataques militares americanos.
O Irã negou publicamente que negociações diretas com os EUA estejam em curso; o porta-voz da chancelaria iraniana, Esmaeil Baqaei, afirmou que Teerã não está envolvida em conversas com Washington sobre a guerra no Oriente Médio, embora admita que mediadores possam transmitir mensagens.
Washington e Teerã emitiram mensagens conflitantes sobre o status das negociações, Trump afirma que conversas estão em andamento, enquanto o Irã nega negociações diretas.
Trump advertiu que os EUA retomarão 'forte ação militar' (strong military action) contra o Irã caso os esforços diplomáticos não tragam uma resolução rápida à crise no Oriente Médio.
Provável
The Guardian, Reuters (via CFR Global Conflict Tracker)
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Trump disse que 'há uma boa chance de que algo possa acontecer' ('there is a good chance that something could happen') em relação às negociações com o Irã.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, declarou à televisão estatal iraniana que os EUA vêm enviando mensagens ao país 'há vários dias' por meio de diferentes intermediários, o que contextualiza a divergência entre 'negociação direta' (negada) e contatos via mediadores (admitidos).
Quais países estão atuando como mediadores entre EUA e Irã
Quando exatamente termina o prazo de 10 dias da pausa e qual seria o gatilho para retomada dos ataques
Como verificamos
As declarações de Trump sobre extensão da pausa por 10 dias vêm de duas fontes (BBC Brasil e DW Brasil) e ainda não bateram com outras redações. A fala de Araghchi sobre mensagens 'há vários dias' via intermediários também é de fonte limitada.